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1ª Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação

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Programação

 Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável
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OBJETIVO:
Coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e pela FAPEAL, com a participação de diversos segmentos da sociedade, Universidades, empresas e Instituições do 3º setor, a I Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação têm como objetivo central elaborar diretrizes para a consolidação de um Sistema Nacional articulado que promova a efetiva cooperação entre os âmbitos federal, estadual e municipal, consolidando a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I).

META:
A I Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, que deverá realizar-se nos dias 2, 3 e 4 de Dezembro de 2009, tem como meta consolidar C,T&I enquanto Política de Estado, que assegure perenidade às políticas e programas associados à produção e a utilização do conhecimento enquanto componentes centrais do desenvolvimento econômico e social do Brasil, contribuindo para que os benefícios decorrentes sejam distribuídos de forma justa a toda a sociedade.

A perspectiva empresarial de C,T&I enquanto fonte de riqueza econômica é crucial para que as demandas de tecnologia e de inovação tenham seus processo de indução, adaptação e implementação agilizados e contribuam para que a ciência produzida tenha também como horizonte suas aplicações potenciais, sejam elas decorrentes de demandas empresariais ou da necessidade para execução de políticas públicas. Assim, é necessário integrar, cada vez mais, a política de C,T&I à política industrial para que as empresas sejam estimuladas a incrementar a incorporação de inovação em seu processo produtivo, forma mais eficiente de aumentar sua competitividade global.

A definição e implementação das atividades em áreas estratégicas permite aprofundar as oportunidades de desenvolvimento científico e tecnológico, as quais sabidamente estão distribuídas de maneira desigual, sendo que alguns setores, especialmente de tecnologias avançadas, são relativamente mais férteis em possibilidades, devemos adequar essas definições e implementações a realidade alagoana. Da mesma forma, as pretensões brasileiras de constituir-se, cada vez mais, em um país incluído soberanamente no mundo, impõem um conjunto de definições estratégicas no campo da C,T&I.

Para que as políticas de C,T&I tenham efeitos favoráveis, é indispensável que elas sejam apropriadas por todos os setores da população, sem excluir e sem contribuir para aumentar a exclusão. Assim sendo, educação e cultura científica e tecnológica fazem parte do principal caminho que viabiliza o processo desejado de compartilhamento do conhecimento. O nível de escolaridade da população e a qualidade e a amplitude do alcance de educação de qualidade estão fortemente relacionadas à competitividade das nações modernas e refletem suas capacidades de inovarem na solução de seus problemas e no correto equacionamento de seus futuros.

Uma característica marcante dos tempos atuais tem sido a dinâmica acentuada no desenvolvimento de ações em rede, tanto no processo de articulação entre os atores envolvidos, bem como, especialmente, no estímulo e consolidação de redes de pesquisadores, de tecnólogos e de instituições, enquanto instrumento de política pública para fortalecimento das atividades em C,T&I.

PÚBLICO ALVO:
Pesquisadores, professores, alunos de graduação e pós-graduação, membros de instituições de pesquisa e de ensino, bolsistas de iniciação cientifica, secretarias de Estado, Prefeituras Municipais, setor produtivo e terceiro setor

 

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